Santo Capim

ESTABELECENDO A PASTAGEM (parte 3)

Santo

Adilson de Paula Almeida Aguiar é zootecnista, investidor nas atividades de pecuária de corte e leite, professor de Forragicultura e Nutrição Animal e Consultor Associado da Consupec - Consultoria e Planejamento Pecuário Ltda.

Dando continuidade ao conteúdo da edição anterior cuja abordagem se baseia nas diferentes etapas de um programa de estabelecimento da pastagem e os procedimentos padrões de cada etapa, neste artigo continuaremos com a etapa de execução:

7.5) Método de semeadura ou de plantio por mudas: como comentado nos itens 7.1 e 7.2 do artigo “Estabelecendo a Pastagem – Parte 2” publicado na edição anterior, o manejo de limpeza do terreno adotado condicionará os métodos de preparo do solo e, consequentemente, os de semeadura:

a) manual: a semeadura é feita na cova, no sulco, a lanço ou com uso de matraca. É adotado em pequenas áreas onde não é possível mecanizar, tais como onde o terreno foi limpo pelo método tradicional, em áreas com relevo íngreme, em solos encharcados. É o método mais adotado no plantio de mudas, as quais são depositadas em covas ou em sulcos;

b) tração animal: é adotado em pequenas áreas onde não é possível mecanizar, mas é possível deslocar sobre o terreno com uma plantadora tracionada por um animal, como onde o relevo é íngreme;

c) tratorizado: em áreas mecanizáveis. A semeadura pode ser na linha (com semeadoras de forrageiras), no sulco (com plantadoras de grãos) ou a lanço (com distribuidores de corretivos e adubos), tanto em plantio convencional ou direto. No plantio por mudas, é possível mecanizar com máquinas semelhantes às usadas no plantio de mandioca, entretanto, essas máquinas têm sido feitas de forma artesanal pelos próprios produtores;

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