O Confinador

ADITIVOS

O

Extratos de plantas melhoram o desempenho animal e reduzem os gases de efeito estufa

1Carolina Tobias Marino, 2Rodrigo da Costa Gomes, 2Sérgio Raposo de Medeiros, 4Carlos Alexandre Carollo, 5Paulo Henrique Mazza Rodrigues, 6Luciano da Silva Cabral

Um dos desafios da atividade pecuária é estabelecer um sistema de produção rentável e sustentável, que concilie o máximo lucro por animal ou unidade de área com respeito ao bem-estar animal, em que produtos e resíduos não representem risco à saúde do consumidor ou ao meio ambiente.

Na terminação de animais em confinamento, a dieta é um dos itens com potencial de ser manipulado na busca de melhorias nesses aspectos, em que sabidamente há algumas ferramentas já em uso que podem contribuir nesse sentido, tais como os aditivos dietéticos. O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) define aditivo como substância intencionalmente adicionada à dieta com a finalidade de conservar, intensificar ou modificar suas propriedades, desde que não prejudique seu valor nutritivo. Na prática, os aditivos são amplamente utilizados em suplementos, núcleos e rações, sendo ingredientes quase obrigatórios nas dietas de confinamento.

Quase sempre, o uso de aditivos é justificado por sua capacidade de melhorar o desempenho animal, seja pelo aumento do ganho de peso ou mesmo da eficiência alimentar. Seu modo de ação se baseia, na maioria das vezes, na modificação do processo de associação entre o animal ruminante (bovinos, ovinos, etc.) e sua microbiota ruminal (bactérias, fungos e protozoários), cuja ação resulta nos principais eventos digestivos no animal hospedeiro, colaborando com a maior proporção de substratos energéticos e proteicos usados pelo animal para mantença e ...

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