Escolha do Leitor

TESTE DA AGULHA

Escolha

Uma forma simples, barata e valiosa no diagnóstico da deficiência de Fósforo nos bovinos

Pedro Malafaia*, José Diomedes Barbosa**, Felipe Z. Garcia***, Vinícius C. Souza***, Cristiano C. P. da Veiga**** e Diogo F. A. Costa*****

A pecuária de corte brasileira identificase predominantemente pela criação de bovinos em terras caracterizadas pela baixa fertilidade do solo. Tanto as deficiências clínica ou subclínica de fósforo (P), como a utilização de misturas minerais com teores elevados de P, causam prejuízos econômicos consideráveis aos pecuaristas no Brasil.

O diagnóstico da deficiência clínica de P é um procedimento fácil. Porém, o mesmo não se pode dizer quando suspeitamos de estados carenciais subclínicos, que cursam com sinais comuns a muitos outros problemas. Portanto, métodos mais exatos que permitam diagnosticar a deficiência subclínica de P são muito úteis e devem ser realizados de forma simples, rápida, barata e segura para auxiliarem na correção da deficiência e garantir a saúde e a produtividade dos rebanhos.

Uma forma desenvolvida no Brasil (por Diomedes Barbosa) de se avaliar os graus da deficiência de P é o denominado teste de agulha (TA), que permite averiguar de forma rápida e direta a resistência óssea. Com o bovino contido no tronco, o veterinário introduz, através da pele, uma agulha 40x1,2 colocada aproximadamente antes da metade do comprimento do processo transverso da vértebra lombar. Quando a agulha atingir o osso, o operador faz força sobre o canhão tentando transpassar a parte óssea. O TA permite estabelecer três padrões de resistência óssea: a) ossos que são impenetráveis e que entortam o corpo da agulha (sem deficiência de P, Fig. 1a); b) ossos que oferecem certa resist...

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