Especial Confinamento

 

TEMPO DE AGIR

Técnica inaugurada ainda no início da década de 1960, o confinamento de bovinos precisa mais do que nunca de uma gestão exemplar

O Brasil continua a sentir os efeitos do estrondoso abate de fêmeas registrado nos últimos anos, consequência da virada do ciclo pecuário iniciado quando a arroba do boi gordo estagnou em patamares insatisfatórios aos produtores. Com menos vacas para reproduzir, o apagão de bezerros, há três anos, e as vagarosas variações nos anos subsequentes favoreceram a supervalorização do produto, cujo preço por um animal Nelore puro superou R$ 2.000,00.

A mudança impactou drasticamente no bolso dos confinadores. E mais que nunca, a calculadora tornou-se a grande conselheira da categoria, em um negócio no qual erros mínimos podem culminar em prejuízos de milhões de reais, dependendo do volume de abate da propriedade. Para piorar a situação, o preço do milho decolou para patamares de R$ 47,30, vindo de altas consecutivas, e encareceu ainda mais a dieta intensiva. Com base nas projeções do mercado futuro, a situação irá se estender até 2017, com um novo aumento na ordem de dois dígitos.

Com os indicadores dos dois principais insumos alcançando o teto, além do fato de a economia não sinalizar recuperação no curto prazo, estagnando o consumo de proteína vermelha, a solução encontrada por alguns confinadores foi segurar o gado um tempo a mais no cocho, apostando no plus gerado por carcaças mais pesadas. Quem acertou no cálculo do custo-benefício dentro do seu processo produtivo, ganhou fôlego. Agora, aquele que errou ficou de fora das intenções de confinamento deste segundo semestre.

“Não existe um número ideal para o peso de abate. A resposta depende de diversos fatores como raça, nível de energia nas dietas, preço da tonelada de matéria seca, preço de venda e da reposição, entre outros”, lembra Neto Sartor, zootecnista e diretor da Brasil Beef Consultoria, que junto à Agência Paulista de Tecnologia Agropecuária compila estudo para traçar uma curva de comportamento da transferência de peso vivo em carcaça por fase de confinamento. Entretanto, o especialista revela que é necessário monitorar o ponto ótimo de abate do animal.

Como exemplo, cita o caso de animais que estejam na fase final de terminação e consumindo dez quilos de matéria seca cotada a R$ 620,00 por tonelada, a uma despesa operacional em torno de R$ 1,25/dia. Segundo os cálculos do zootecnista, considerando a cotação do boi gordo em R$ 155,00 (R$ 10,33/kg de carcaça), o ponto de equilíbrio seria enquanto o animal estivesse ganhando 0,721 kg de carcaça por dia. Ganho que ocorreria entre os 120 e 150 dias de confinamento para os animais Nelore inteiros, todavia, é um número que mudaria conforme o emprego de indicadores diferentes.

Fato é que tais fatores minaram o ímpeto dos confinadores. De acordo com projeções da expedição Rally da Pecuária, a alta nos preços do milho e a expectativa de uma safra menor do grão devem provocar queda de 11% a 15% nas intenções de confinamento deste ano. Caso confirmada, a perspectiva é de uma redução de 580 mil cabeças, o que implicaria em uma queda de 5,2 milhões para 4,6 milhões de cabeças.

Produtores entrevistados durante o Rally da Pecuária também afirmaram que haverá mudanças na estratégia de suplementação dos animais, com redução do pacote nutricional. “Com isso, a tendência é de que o produtor entregue uma menor quantidade de animais, represando parte da oferta para 2017. Mesmo os que terminarem em 2016, a projeção é de redução no peso médio de abate e consequente piora na qualidade de terminação”, aponta Maurício Palma Nogueira, coordenador técnico do Rally da Pecuária.

Apesar do cenário de redução na oferta de carne cada vez mais evidente, o consultor lembra que a definição de preços dependerá também da demanda do mercado, tanto para exportações como para o consumo interno. “Mesmo que os produtores abatam a quantidade de animais próxima do que era esperado, o rendimento de carcaça por animais abatidos será menor que em 2015”, completa Nogueira. Segundo André Pessoa, sócio diretor da Agroconsult, realizadora do Rally da Pecuária, o mercado do milho só deverá se estabilizar no segundo semestre de 2017, quando a oferta se reequilibrar e os preços recuarem.

Para Pessoa, a exportação aquecida do milho é a principal responsável pela alta de mais de 40% no preço do insumo. Valor que pode indicar que os produtores de maior nível tecnológico terão maior capacidade de resposta aos preços pagos. Os técnicos apuraram também que 15% a 20% dos pecuaristas que trabalham com o maior nível de produtividade no público avaliado pela expedição serão responsáveis por 45% a 50% da oferta de animais em 2016. Ou seja, é o momento de se refazer contas, porque a própria Associação Nacional dos Confinadores não espera melhorias no curto prazo.

“Oferta reduzida de animais de confinamento, custo de produção elevado. Sem oscilação considerável de valor da arroba do boi gordo por conta do consumo interno estagnado”. Essa é a análise de Bruno de Jesus Andrade, zootecnista da Assocon. Apenas o milho pode representar até 50% do custo de formulação da dieta. Portanto, os alimentos mais utilizados para abastecer os cochos dos associados têm sido, sorgo, milheto, polpa cítrica e, em escala inferior, silagem de capim.

A menor participação da forrageira se dá pelo fato de o capim exercer papel coadjuvante, com vistas à compensação de volumoso e fornecimento de fibra, necessitando do emprego de outros suplementos alimentares para atingir carga proteico-energética apropriada. Uma solução pouco explorada e bastante discutida na Assocon para segurar a volatilidade do negócio é o travamento de preço no mercado, especialmente para se ajustar à compra desses bezerros de R$ 2.000/cabeça.

“Comprar barato e/ou vender caro. Esse tem que ser o objetivo do produtor. Para tanto, ele tem à disposição uma série de ferramentas de controle para comprar e vender antecipadamente, podendo travar rentabilidade. Planejar, portanto, tem sido o fundamental em 2016”, ressalta o zootecnista da Assocon. Atualmente, o volume de negócios futuros na BM&F Boves pa representa cerca de 44% do número total de abate anual.

O especialista reforça a necessidade de cautela quanto ao tempo de arraçoamento após os animais já estarem com peso ideal de abate. “Contanto que o custo para colocar 1 kg de carcaça no animal seja mais baixo do que a venda de 1 kg de carcaça ao frigorífico, valerá a pena matar boi com 20@”, avalia o zootecnista.

Dessa forma, não existe receita de bolo para composição da dieta ideal; vai ser aquela que cabe no bolso e entrega boi bem acabado nos frigoríficos. O pecuarista baiano Alexandre Queiroz, por exemplo, vem obtendo resultados razoáveis com a palma forrageira, na cidade de Iaçu. Há relatos de que, quando o cactus de origem mexicana é produzido de forma intensiva, é capaz de produzir volume de matéria seca superior às silagens de milho e cana-de-açúcar, e com a vantagem de ser fonte de água. O macete é colocar feno por cima, para que o animal ingira a quantidade necessária de volumoso e sal mineral.

“O balanceamento ideal da dieta é aquele que supre as exigências de manutenção e de crescimento do animal. Em relação aos produtos utilizados na formulação, esses podem ser vários e muitas combinações podem existir. É necessário decidir primeiro os parâmetros técnicos de acordo com raça, clima, sistema de produção e disponibilidade de forragem (se haverá alguma), bem como custo do insumo e tempo de confinamento”, lembra Bruno Andrade. Para descobrir o custo-benefício de um alimento, é preciso saber seu preço unitário por quilo de proteína e/ou energia.

Dessa maneira, o produtor conseguirá optar pela melhor opção, e na melhor condição. Dependendo do nível de proteína bruta (PB) disponível em um determinado alimento barato, é preferível gastar mais com um concentrado mais caro, porém, com maior teor de PB, que resultará em um custo em R$/ kg mais barato e às vezes de uso mais eficiente pelo organismo do animal. O número de tratos por dia dependerá muito do tipo de dieta, quantidade de indivíduos no curral de alojamento e, em certa medida, do clima do local. Importante ressaltar que quanto mais tratos/dia, maior será a despesa operacional dos maquinários. Outros dois pontos críticos que impactam sobremaneira a produção e o retorno esperado em arrobas são a sanidade e a tendência de sodomia entre os animais.

Muito se fala da importância das doenças metabólicas e das vacinações contra doenças do complexo respiratório bovino (DCR), principalmente pelo fato da exposição diária à poeira que carrega bactérias causadoras de pneumonias. “É um seguro que se faz. É uma despesa que parte dos confinadores, dependendo do risco de exposição, devem contrair, para que ao final não tenham perdas maiores. É uma doença multifatorial e os riscos podem ser externos e estressantes, como nutrição, e ambientais, principalmente no período de viagem e adaptação”, adverte o zootecnista da Assocon.

Outro gargalo, mas esse o confinador vem aprendendo a contornar com o decorrer dos anos, é a incidência de doenças causadas por distúrbios na alimentação, a exemplo da laminite, da acidose ruminal e do timpanismo. Enfermidades provocadas pelo desequilíbrio na dieta - principalmente quando o produto principal é o milho - alterando o pH ruminal dos bovinos, a chave para contornar a situação. “O pH tem como intervalo ideal entre 5,5 e 7.

Bruno Andrade chama a atenção dos confinadores para as vantagens de travar preço no mercado futuro

A ingestão concentrada de determinados alimentos pode alterar essa estabilidade e prejudicar o desenvolvimento dos micro-organismos ruminais. Inclusive, a saliva do próprio animal auxilia bastante no equilíbrio”, explica Bruno Andrade. Ou seja, garantir a ruminação é um fator primordial. E assim ainda se diminui a possibilidade de uma broncopneumonia, pois há uma correlação de 5,8 vezes entre as duas enfermidades (Vechiato).

Agora, em relação à sodomia, essa muitas vezes passa despercebida entre os confinadores. Entretanto, em casos extremos ocasiona morte, lesões nos cascos, na pele e até mesmo quebradura de membros, além do fato de os animais submissos registrarem drástica perda de peso. Um prejuízo que pode ser potencializado muitas vezes, caso envolva um volume considerável de cabeças. Existem produtos comerciais que diminuem a libido e amenizam o problema.


O confinamento estratégico ajuda o confinador a contornar a desestabilização do mercado porque o uso do pasto permite maior domínio sobre os fatores de produção.


Além do mais, o confinador poderá fazer um lote extra e separar animais de forma adequada, não misturando bovinos mais erados com outros muito jovens, nem machos inteiros com castrados. Identificando algum caso de sodomia, é aconselhável separar os submissos. Existe uma técnica que envolve a construção de um cercado dentro do curral de alojamento para que os mais frágeis fiquem mais seguros. Esse seria um manejo oportuno para se enfrentar, inclusive, a segregação dos animais mais jovens.

Venda de boi de 20@ depende do custo diário gerado em uma terminação prolongada

Tudo isso, sem se esquecer, claro, da qualidade genética dos animais. Na visão de Daniel de Castro Rodrigues, supervisor na Coan Consultoria, animais de genética qualificada, selecionados para ganho de peso e precocidade de acabamento, além de cruzamentos entre raças taurinas e zebuínas, apresentam desempenho superior e melhor qualidade de carne produzida. “O melhor animal é aquele que traz mais lucro, seja Nelore, Angus, cruzados ou puros, portanto, devemos analisar as oportunidades de compra”, frisa.

Para o consultor, no caso da recria dos animais a pasto, o ideal é que o bezerro desmamado tenha peso superior a 300 kg (dez arrobas) para entrar na engorda intensiva. “Com o uso de corretivos e fertilizantes, suplementos alimentares, aditivos e outras tecnologias, é possível um animal desmamado de 180 kg (seis arrobas) superar 300 kg em seis ou sete meses de recria”, garante. Pasto, aliás, é o “x da questão”, para enfrentar a volatilidade do mercado neste ano. Ainda de acordo com estimativas do Rally da Pecuária, 3% dos pastos visitados estavam degradados e 9% em estágio avançado de degradação, índice semelhante ao observado nas edições anteriores. Assim sendo, há espaço para melhoria das pastagens, subsidiando essa recria a pasto e abrindo portas para o semiconfinamento ou confinamento estratégico.

Em relação à degradação, a única alternativa é a reforma completa da área, com replantio do capim, no segundo caso, há a possibilidade de recuperar o capim existente, revertendo o processo e evitando que a área chegue ao estágio final. “A principal vantagem da recuperação é o custo menor, cerca de 50% a 60% do valor da reforma. As vantagens econômicas e ambientais da recuperação também são incontestáveis”, reforça Maurício Nogueira, da Agroconsult. Os dados da expedição técnica foram calculados com base na resposta de 1.000 questionários com os pecuaristas e outros 700 com técnicos de campo, espalhados pelos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Acre.

Os estados visitados respondem por mais de 83% do rebanho bovino e 90% da produção nacional de carne, de acordo com a consultoria. A expedição levantou informações sobre áreas de pastagem e de agricultura em cada propriedade, total de cabeças de gado, estratégias nutricionais, confinamento, índices de fertilidade, natalidade e mortalidade, manejo da sanidade do rebanho, uso de insumos tecnológicos nas pastagens (defensivos, corretivos e fertilizantes) e comercialização de animais.

Integração Lavoura-Pecuária

Em um momento como este é que a integração lavoura-pecuária (ILP) torna-se aliada importante na estratégia. Tem a função de melhorar a qualidade do pasto, garantir a suplementação dos animais em períodos críticos e inserir o pecuarista na agricultura, ao passo que a mesma permite a ele a comercialização de grãos como soja e milho, dinheiro que amortiza os gastos necessários com o preparo do solo e a adubação das pastagens. No início dos anos 2000, estudos da Unesp já apontavam que os custos para integração seriam amortizados parcial ou totalmente pela produção agrícola.


OS CINCO PONTOS CRÍTICOS DO CONFINAMENTO ATUALMENTE

1. Controle de dados (técnicos, financeiros e operacionais)

2. Encontrar mão de obra qualificada

3. Fornecimento de água de qualidade e em abundância aos animais

4. Equilibrar a nutrição ao custo mínimo e à maior eficiência

5. Aquisição de animais para engorda


A Revista AG já trouxe casos de pecuaristas que, em apenas cinco anos de plantio de agricultura em Pontes e Lacerda, recuperaram pastos degradados por 40 anos de exploração de pecuária extrativista. Aliás, essa é uma das grandes qualidades da técnica e um dos principais diferenciais conseguidos por fazendas que, em uma mesma área, ganham duas vezes: uma com a produção de silagem de alta qualidade e outra ao garantir a forragem nutritiva na seca. O contrário também ocorre, com agricultores de ofício confinando gado para diversificar o negócio durante a entressafra agrícola.

André Pessoa e Maurício Nogueira apontam que o volume de boi confinado será menor neste ano

“A integração lavoura-pecuária tem sido o principal fator para trazer pecuaristas extensivos e agricultores para o confinamento”, ressalta Bruno Andrade, da Assocon. Segundo Daniel Rodrigues, da Coan Consultoria, a ILP ganhou espaço considerável nas fazendas do Brasil nos últimos dez anos. Nesse período, muitos avanços e tecnologias foram incorporados pelos produtores para atender as necessidades de integrar os sistemas de produção e gerar economia no uso de recursos. Um desses avanços é o consórcio entre pastagem e soja ou milho.

Para ele, para a cultura da soja, a técnica de sobressemeadura da gramínea, a partir do início do estádio reprodutivo da soja (após R1), tem apresentado resultados satisfatórios, mesmo a recomendação usual sendo no estádio de amarelecimento das folhas (R7). O problema é que neste ponto, propriedades situadas em regiões onde os períodos de chuva estejam mais concentrados, que apresentem atrasos de plantio ou que utilizem cultivares mais tardias, os pastos podem apresentar queda acentuada de produtividade. Em outras ocasições, o sobressemeio nos R3 e R4 pode ser uma opção, mas depende de uma avaliação técnica bem apurada.

Outra alternativa interessante, aconselha o técnico da Coan, é o plantio de soja precoce seguida de milho safrinha consorciado com pastagem. Para o plantio consorciado (milho + pastagem), alguns ajustes técnicos devem ser observados, como dar preferência a híbridos de milho com inserção de espiga mais alta, semear o capim com profundidade máxima de 5 cm (ideal estar entre 3 e 5 cm); acompanhar o desenvolvimento do pasto para calcular a necessidade e a dosagem dos herbicidas visando à redução do crescimento da pastagem sem morte da forrageira; e atentar para a densidade de semeadura da pastagem. “Muitos produtores reduzem a quantidade recomendada de sementes na tentativa de minimizar os efeitos competitivos da pastagem com a cultura anual. Não recomendamos esse procedimento”, adverte.

Os melhores resultados para integração, de um modo geral, estão sendo alcançados com plantas forrageiras do gênero Urochloa (Brachiarias), destacando- se a Brachiaria brizantha e seus cultivares como Marandu (Braquiarão), Xaraés e Piatã, a Brachiaria ruziziensis, as gramíneas do gênero Panicum como os capins Mombaça, Tanzânia e Massai, além de alguns projetos com plantas do gênero Cynodon como Tifton 85. Porém, é importante ressaltar que, de acordo com a espécie de planta forrageira utilizada, deve-se analisar a forma de introdução da pastagem nas áreas de lavoura, o manejo do pastejo, a suplementação animal e a taxa de lotação, a preservação da cobertura vegetal (palhada) para a próxima safra e a sequência de dessecação das áreas para o plantio da nova safra, se for o caso. “São gramíneas que apresentam facilidade de dessecação e maior resistência a cigarrinhas”, explica.

Infelizmente, o consultor lamenta que o déficit hídrico deste ano dificultou esse consórcio com milho e soja, principalmente no estado de Goiás. Nem os lugares de safrinha colheram. De qualquer forma, quando chover, o alimento do gado estará garantido.


Interconf 2016 será realizada de 20 a 22 de setembro

A 9ª edição da Interconf – Conferência Internacional de Pecuaristas – será realizada no Oliveira’s Place, em Goiânia/GO. A expectativa da Assocon, entidade realizadora do evento, é reunir mais de 2 mil produtores, técnicos, consultores e empresários, durante a conferência.

Mais de 8 mil pecuaristas do Brasil e de mais de duas dezenas de países, além de mais de 80 empresas dos mais variados segmentos, participaram do evento em suas oito edições anteriores, discutindo propostas de melhoria para a cadeia produtiva da carne bovina e agregando valor à atividade.

O público participante da edição de 2015 detinha rebanho superior a 3,5 milhões de cabeças. “A Interconf é uma fonte imprescindível de conhecimento e relacionamento, que se tornou ponto de encontro obrigatório dos mais diferentes elos da cadeia da carne bovina”, ressalta Eduardo Moura, presidente da Assocon. Os expositores representam o que há de mais moderno em suas áreas de atuação. “É uma excelente oportunidade para atualização de conhecimentos sobre modernidade tecnológica, manejo, insumos, transporte, legislação, frigoríficos, mercado interno e externo”, destaca Fernando Saltão, executivo da Assocon.

A programação muda a perspectiva tradicional de direcionar a produção a partir do pecuarista. Propõe o questionamento de entender o que o consumidor final deseja, e a partir desse olhar produzir para atender essa demanda. “A ótica do consumidor passa ser o principal ponto para direcionar a nossa produção”, completa Moura.

Mais informações e inscrições: www.interconf.org.br.


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