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ESTAMOS PERDENDO A GUERRA

A resistência das verminoses aos medicamentos mais usados na pecuária brasileira é quase uma realidade

Adilson Rodrigues - adilson@revistaag.com.br

O gado estava apático. Fraco demais. A debilitação era evidente, mesmo longe dos olhos. Mais próximo do lote, o pelo arrepiado, a papeira, os olhos fundos e amarelados e as pálpebras brancas denunciando um quadro de anemia entregavam: é um caso clássico de verminose. Se forem bezerros, categoria na qual a infecção pode ser mortal, pode-se somar a diarreia. Entretanto, cuidado no julgamento. Existem mais de 20 possíveis causas e seu aspecto mostra-se bastante variado.

Sintomas esses que chamaram a atenção do criador Thiago Jobim Hoogstraten, há nove anos à frente do negócio da família, formado por um complexo de três fazendas gaúchas, a Estância Capão Alto, em Bagé; a Fazenda Felipinho, localizada em Dilermando de Aguiar; e a Estância Capão Alto, enraizada em Bagé. Como todo bom pecuarista, carregou a pistola com um produto de longa história na pecuária brasileira, disparou o tiro que seria fatal e... nada aconteceu!

Thiago Jobim Hoogstraten não arrisca mais usar ivermectina em duas propriedades

Sem se surpreender, pediu para o veterinário da propriedade coletar amostras de fezes e as enviou à Universidade Federal de Santa Maria para fazer o exame de OPG (ovos por gramas de fezes), o qual tenta repetir ao menos uma vez por ano. Para não perder tempo, nem esperou o resultado que demoraria dez dias para chegar, afinal, àquela altura, comprovava sua suspeita:

Os vermes do rebanho estão resistentes à ivermectina, a molécula que revolucionou o controle de endo e ectoparasitas na pecuária brasileira a partir de 1982. Aplicou, então, um medicamento diferente (leia-se princípio-ativo diferente e não marca diferente!) e os animais se recuperaram após algum tempo. “Nas Fazendas Coqueiro e Felipinho não confio mais aplicar ivermectina”, reconhece o criador.

Nem a ajuda da heterose do sangue Nelore surtiu efeito. Na primeira propriedade, o gado é composto pelo cruzamento entre o zebuíno, o Devon, o Angus e o Charolês e, na segunda, ficam os meios-sangues Nelore/Angus. Assim como em toda a pecuária brasileira, o fator de resistência resultou do uso intensivo da composição, utilizada no rebanho desde o lançamento no mercado. Entretanto, Hoogstraten insiste nela porque a utiliza em um endectocida para combate simultâneo do carrapato e, na Estância Capão Alto, ainda acredita na eficácia sobre parasitas internos.

Além disso, sob orientação veterinária, associa injetáveis a pour-ons e rotaciona moléculas como nitroxinil, fosfato de levamisol e sulfóxido de albendazole. “Se não utilizarmos todas as ferramentas nessa guerra, vamos perder inúmeras batalhas”, ressalta Hoogstraten, que viu o número de vermifugações em suas propriedades crescer de cinco para sete ao ano, acompanhadas “de uma incidência cada vez maior de parasitos”.

Engana-se quem pensa que o problema resume-se à ivermectina. Segundo os especialistas consultados pela Revista AG, o fator de resistência à doramectina também caminha para uma realidade preocupante em um futuro não muito distante. Serve de alento os casos em que ela funciona, normalmente naquelas propriedades mais criteriosas quanto ao emprego correto dos medicamentos ou que possuem uma boa assessoria técnica especializada.

Um exemplo é Edilson Cunha de Meneses, da Fazenda Novo Horizonte, em Miranda, no Mato Grosso do Sul. Da mesma forma que o criador gaúcho, o sul-mato-grossense alterna doramectina com outras moléculas como as avermectinas, mas não vê importância no exame OPG, pois, conforme explica, prefere aderir a um protocolo sanitário. “Não conheço ninguém que faça OPG em gado de corte”, diz. Por enquanto, as coisas parecem caminhar bem na sanidade do rebanho da Fazenda Novo Horizonte. Com muito custo, Meneses lembrou apenas de uma baixa no rebanho, há três anos, cuja necropsia constatou verminose aguda.

Exatamente nesse fato reside o perigo. A dificuldade em enxergar as perdas geradas quando o animal não vai a óbito, é um dos grandes desafios a serem superados para reverter a resistência parasitária. A preferência inabalável por determinados anti-helmínticos elevou a situação a patamares extremos, muito próximos da resistência bacteriana aos principais antibióticos na saúde humana.

“Vivenciamos um dos quadros mais graves no mundo, porém, essa condição é subestimada pelos pecuaristas. É diferente do que ocorre com carrapatos e moscas, contra os quais é fácil perceber se o tratamento funciona ou não”, atesta o professor Fernando Borges, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). De acordo com ele, pecuaristas que alternam princípios-ativos, como os citados nesta matéria, são exceções. “De modo geral, essa ainda não é uma preocupação dos produtores”, afirma e aconselha que o trabalho não seja feito ao bel prazer, com as moléculas sendo trocadas a cada seis tratamentos.

Animais com até 24 meses estão no grupo de risco das verminoses


Conhecendo o inimigo

A sobrevivência das larvas no pasto é regulada pelo clima (temperatura, umidade e incidência de raios solares) e predadores. Quanto mais quente e mais seco, menor será o tempo de sobrevivência. A evolução de ovos para larvas infectantes ocorre de 4 a 7 dias no bolo fecal. No período chuvoso ou nas regiões sem período seco, o contágio é rápido e, uma vez liberada do bolo fecal, sobrevivem até três meses no ambiente. Nas regiões com período seco, a liberação é regulada pelas chuvas no período. Nessa fase, aplica-se o controle estratégico no Brasil Central.


“É uma batalha difícil, pouco reconhecida pelos pecuaristas e também por muitos técnicos. Algo que vem acontecendo nos últimos 20 anos e cresce de maneira silenciosa”, complementa o doutor em parasitologia Enrico Lippi Ortolani, professor titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ/ USP).

O especialista adverte que, frente à gravidade, o assunto é pouco discutido atualmente. “Noventa por cento das propriedades de corte e leite do Brasil tem larvas ou vermes resistentes a algum dos vermífugos, especialmente ivermectina e doramectina, abrindo espaço para que outras avermectinas, entre elas a abamectina e a eprinomectina, tenham um rápido caminho rumo à ineficiência também”, adverte o professor.


Rotação de moléculas

O controle sustentável dos nematódeos preserva a vida útil dos fármacos anti-helmínticos. O uso contínuo de um mesmo princípio ativo é o caminho mais curto para chegar a um quadro de elevada resistência, que já tem sido observado em inúmeras fazendas brasileiras. Portanto, o indicado é que seja feita uma alternância de grupos químicos a cada seis tratamentos, devendo ser considerado o princípio ativo, e não apenas o nome comercial no momento da troca do produto.


Estratégia de combate
Nessa guerra, o pecuarista manteve o foco nas armas, os produtos veterinários, e se esqueceu da estratégia de combate. A aplicação imediata de vermífugos é indicada apenas em situações de lotes recém-chegados à propriedade ou grupos de risco, especialmente bezerros de três meses e pós-desmama, vacas em períodos de surtos de Oesophagostomum, logo após a lactação, ou mal nutridas, muito suscetíveis a Haemonchus, além de novilhos até dois anos. Aqui o exame OPG seria de extrema importância para confirmar a necessidade do procedimento curativo.

Nos protocolos anuais, a tática certeira é atacar os vermes no ponto fraco, quando estão em menor número no ambiente, ou seja, no período seco do ano. Nesse tocante, a Embrapa desenvolveu nas décadas de 1970 e 1980 o Controle Estratégico 5-7-9, que significa vermifugações nos meses de maio (5), julho (7) e setembro (9), permanecendo como referência até os dias atuais. Porém, ainda hoje a grande maioria dos produtores opta pelos meses 5 e 11, aproveitando o manejo para vacinação da febre aftosa e reduzindo custos com mão de obra.

Para somar mais conhecimento científico, a UFMS, em parceria com um laboratório norte-americano, testou com êxito uma nova proposta denominada 5-8-11, com os produtos aplicados nos meses de maio (5), agosto (8) e novembro (11), entretanto, diferente da Embrapa, com indicação de moléculas específicas, doramectina em maio, moxidectina em agosto e a reaplicação de doramectina em novembro.

Em comparação com o 5-7-9 da Embrapa, os animais Nelore criados e em fase de recria no sistema extensivo, tratados no controle 5-8-11 ganharam 30 kg a mais de peso, segundo indicou a pesquisa. “Ademais, o trato em maio e novembro, que é a prática mais comum no Brasil, não resultou em aumento no ganho de peso final e, por isso, indica-se um tratamento intermediário”, apontou Rafael Pereira Heckler, que assina o trabalho.

A pesquisa vem mexendo um pouco com o mercado e ganhou a confiança do professor e doutor em Parasitologia Enrico Ortolani, que aprovou a proposta de um novo período de controle. “Os animais apresentaram menos vermes e maior ganho de peso, assim como a pastagem estava mais limpa”, observa. E não só gostou como sugere algumas moléculas alternativas, as quais considera bastante eficazes. Seria o equivalente a dois tiros curtos, com dois produtos de ação rápida (30 dias) e um de longa ação, até 120 dias. “Albendazole no mês 5, levamizole no mês 8 e a moxidectina no mês 11”, esclarece. Se a desmama do bezerro ocorrer em junho, recomenda a vermifugação nessa fase, quando a imunidade do animal decai.

Porém, estão equivocados aqueles que esperam uma solução de curto prazo. Essa é uma receita para descontaminar a pastagem aos poucos, não espere eliminar o problema no primeiro ano. Entretando, Fernando Borges frisa que resultados similares ao do estudo da UFMS no período avaliado serão mais prováveis através dos fármacos testados. “Qualquer extrapolação do Controle 5-8-11 para outros produtos e/ou moléculas perde o caráter científico, haja vista que não foram testados de forma criteriosa”, lembra Fernando Borges, professor na universidade.

Enrico Ortolani aprova controle estratégico 5-8-11 com ressalvas

“O estudo da UFMS referenda a recomendação da Embrapa no sentido de que os bovinos devem ser vermifugados na estação seca, após o desmame. Dois dos três tratamentos testados (maio e agosto) ocorrem nesse período”, afirma o pesquisador João Batista Catto, da Embrapa Gado de Corte. Segundo Catto, quanto ao ganho de peso, no protocolo de maio-agosto- -novembro houve um aumento de 2,6% e 7%, respectivamente, quando comparado aos ganhos observados no tratamento de maio-julho-setembro, em relação aos animais controles (não vermifugados).

“Embora não analisada estatisticamente, possivelmente essa diferença não tenha sido significativa. Contudo, a vermifugação em novembro é interessante para os produtores pelo fato de “casar” com a vacinação contra a febre aftosa”, reconhece. O laboratório que encomendou a pesquisa à UFMS depositou pedido de patente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), mas de acordo com Pablo Paiva, gerente de Produto da Linha de Antiparasitários da empresa, pelo fato de os meses em questão serem uma indicação científica, podem ser utilizados como base, todavia, sem posse do caráter de “controle estratégico”.


Vermifugação oral

Essa é uma opção muito interessante, pois causa menos dor nos animais e apresenta elevada eficácia no controle dos nematódeos bovinos. A recomendação é que seja feita a aplicação após a contenção individual. As formulações orais podem ser administradas com os aplicadores convencionais em pequenos rebanhos. Para rebanhos maiores, há a possibilidade de usar equipamentos pneumáticos.


Conduta no campo de batalha
Os planos devem envolver o manejo da propriedade e a identificação de falhas na segurança. Os vermes gostam de sombra e umidade entre 65 e 75%, então, regiões de baixadas são sempre de risco, assim como pastagens irrigadas. Capins que dão rama (estoloníferos) criam um microclima ideal para o desenvolvimento do parasita. Por esse motivo, fique atento com tifton, coast cross e quicuio.

Para João Catto, o estudo da UFMS só confirma o que o controle 5-7-9, da Embrapa, já mostrava

Uma alta densidade de animais por área, com rotação de pastagens de tempo curto, inferior a 50 ou 60 dias favorecem a sobrevivência das larvas. O problema é a incompatibilidade entre o tempo necessário para limpeza e o tempo de veda recomendado. Normalmente, em gramíneas tropicais, varia entre 20 e 40 dias, insuficiente para matar larvas.

Mas, lembre-se: 95% dos inimigos estão nas pastagens e 5%, no gado. “A integração lavoura–pecuária é uma prática muito eficiente para limpeza e, consequentemente, o futuro pasto a ser implantado, pelo fato de a terra ficar alguns meses sem bovinos e os bolos fecais serem destruídos pelas práticas agronômicas”, indica Catto.


Grupo de risco

Os estudos epidemiológicos realizados no Brasil permitiram definir que animais jovens, do desmame aos 24 meses, são o grupo mais sensível. Acima dessa idade, estando os mesmos bem alimentados, não caia na conversa do vendedor de anti-helmíntico. Cientistas comprovaram também que 80% dos bovinos de corte são criados em região de estação seca entre maio e setembro, período no qual podem ser tratados sem a necessidade de OPG. A constatação é de resistência aos principais parasiticidas, notadamente os endectocidas, culturalmente aplicados em maio e novembro, obstáculo para popularização do Controle Estratégico 5-7-9, da Embrapa. Vale lembrar que alguns institutos fornecem o teste de redução de contagem de ovos (TRCOPG). Esse sim é capaz de medir a eficácia das moléculas.


Arma secreta
Associando controle estratégico, OPG e alternância dos grupos químicos, a vitória pode ser certa, mas baixas podem ocorrer. É bom sempre ter uma carta na manga. Uma boa solução seria repensar a vermifugação oral com benzimidazolis (albendazole), a qual apresenta excelentes resultados. Normalmente indicada a pequenos rebanhos, o que pouquíssimos produtores sabem é que o método pode ser adaptado aos volumes massais, um modelo empregado com sucesso em confinamentos dos Estados Unidos.

“O ideal é que o medicamento vá para o rúmen, permitindo maior taxa de passagem pelo trato gastrointestinal e maior concentração no organismo do bovino”, explica Fernando Borges, da UFMS. Para tanto, os aplicadores orais convencionais não servem, pois liberam na língua do animal, obrigando a engolir e levar o produto para o abomaso. É necessário um gancho aplicador que libera o produto no início do esôfago e faz seguir ao rúmen. Para facilitar a aplicação em grandes rebanhos, o utensílio pode ser aclopado a uma bomba pneumática.

Origem do conflito
Um conjunto de fatores colaborou para o atual estágio desafiador. Vai de falhas no manejo da fazenda até maus hábitos na compra de produtos e a própria seleção genética desses inimigos da produtividade pecuária. O ponto-chave é o uso excessivo e indiscriminado do mesmo vermífugo por um longo período, o que permitiu a geração de vermes resistentes e que rapidamente vão evoluir para super-resistentes, um drama vivido pelos ovinocultores.

Para entender como chegamos até esse ponto, é necessário rever um pouco de história, voltando à década de 1940, quando o método de controle de endoparasitas se resumia à aplicação de tabaco e arsênico, entre outros elementos inusitados. Logo após, surge o revolucionário diabendazole, um “parente” próximo do albendazole, que seria desenvolvido décadas depois e herdou o que os parasitologistas chamam de resistência cruzada, inviabilizando o extermínio total das verminoses, entretanto, funciona melhor que a ivermectina e doramectina, atualmente, segundo aponta o professor.

De tão intensificado o uso, posto que era um dos poucos, se não o único medicamento específico, o diabendazole perdeu efeito completamente. O acesso ao produto era muito fácil, igual ao que acontece com a ivermectina hoje. Diferente da Europa, onde não se consegue adquirir um anti-helmíntico apenas pedindo no balcão da farmácia, de acordo com relatos do professor Enrico Ortolani.

Soma-se o fato de que, até os idos de 1980, não existiam mais que 10.000 médicos-veterinários no País e os mesmos se dividiam entre todas as áreas de atuação. Por esse motivo, culturalmente, qualquer pessoa pode chegar à farmácia ou revenda agropecuária e comprar um vermífugo. Agravou-se no lançamento da ivermectina no Brasil, em 1982, devido à ampla abrangência da molécula, indicada para controle de carrapatos, bernes e vermes; só não fascíola e cestódeo. A pressão de seleção foi pequena porque o remédio custava um bom dinheiro.

Cinco anos depois, países com pecuária mais desenvolvida relatavam resistência anti-helmíntica em ovinos, com os primeiros registros em bovinos dez anos depois. Ao passo que a invasão de produtos chineses, mais baratos, inaugurava o uso colossal da ivermectina, na década de 1990. Elevada à condição de verdadeiro elixir, uma simples diarreia acionava o gatilho da pistola, hábito arraigado em algumas propriedades.

Dramática igual a uma colisão inevitável, a resistência passa de um verme a outro. Começou nos gastrointestinais (Cooperia, Haemonchus e Oesophagostomum). “Lembro também quando a Dictyocaulus (verme pulmonar) havia sido dizimada pela ivermectina e, agora, está voltando, devagar, mas com uma força grande”, alerta o professor da USP.

Processo difícil de contornar, pois existe o “desgaste” natural da molécula, entretanto, quando utilizado de forma incorreta e exagerada, o processo é acelerado, chegando-se a esse incrível nível de 90% de resistência. Houve pecuarista vermifugando 11 vezes no ano, um absurdo, além de ser muito caro. “Falta também um meio de campo dos parasitologistas. A grande dificuldade da Ciência hoje é passar para a sociedade assuntos complexos em linguagem mais simples”, assume.

Ortolani acredita que após cinco anos sem uso a ivermectina pode voltar aos patamares de eficiência dos seus primeiros cinco anos de existência. Como diz, “todos os pecuaristas precisariam deixá-la mofar na prateleira”. Com o passar do tempo, outras composições tratariam de eliminar os vermes antes resistentes a ela. Vale lembrar que a Ivermectina superconcentrada (3%) mataria uma boa parte da população, mas no curto e médio prazo já não funcionaria mais. Igualmente ocorreria com associações que contenham propriedades químicas de uma mesma família ou que já se mostrem ineficientes.


Manejo dos bezerros

Os animais recém-desmamados devem ser manejados evitando o estresse do desmame e receberem alimentação de qualidade. Animais bem alimentados são menos parasitados e os danos da nematodíase diminuem, mas ainda assim necessitam ser vermifugados. Animais desmamados deveriam ser alocados em pastagem recém-formada e livre de larvas infectantes ( integração lavoura pecuária) ou em pastagem vedadas por 60 dias ou mais. Outro fator importante é a taxa de lotação - quanto mais animais por hectare maior a contaminação.


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